Boa tarde. Espero que estejam todos bem, e que meu cantinho seja a vós um momento prazeroso de se passar. Se assim é, meu coração está contente.
Este blogue, que surgiu em dezembro do ano passado, está a fazer um ano de vida, é um bebê. Lembro que tudo começou meio que por acaso, quando eu visitava um blogue uma vez, deixava lá comentários como anônimo e, para postar me identificando, criei uma conta aqui neste site, e então passei a escrever coisas que me pareciam legais de dizer, de compartilhar com os demais. Nascia então A Flor do Sul!
Hoje, olhando para trás, vejo que muita coisa mudou na minha vida, e na blogosfera não foi diferente. Tantas pessoas que passaram já por aqui, são mais de seis mil visitas! Algumas bem gostosas, outras nem tanto, porém todas elas contribuíram para o crescimento da Flor do Sul. Obrigado a todos vós, por tudo! A vida é interessante justamente pelo contato que temos uns com os outros!
O que aprendi nesse um ano de blogue? Bem, em primeiro lugar, comenta para seres comentado também. A opinião dos outros sempre é importante, e seria empobrecedor se abster delas. Eu leio outros blogues com a frequencia que posso, e lamento que o tempo seja por vezes insuficiente para se ver tudo o que dá vontade. Esse é o motivo principal de se ter um blogue, criar uma rede de amigos, onde compartilhamos emoções e ensinamentos com aqueles que pensam de forma semelhante à nossa, não importa se são homens ou mulheres, se vivem perto ou longe, e é independente de idade, classe social ou quaisquer outras eventuais diferenças que poderiam separar as pessoas, pois há qualquer coisa que nos une . Também aprendi que tanto faz compartilhar coisas da tua vida particular, opiniões sobre as coisas que acontecem no mundo, poesias ou textos teus, ou mesmo imagens ou vídeos da internet, pois no mundo virtual tudo tende a se misturar, e mais cedo ou mais tarde o blogueiro acaba variando sua temática, mesmo que não seja essa a sua intenção. Seria muito chato falar das mesmas coisas em todos os posts, é o que eu penso. Porém, cada um tem um universo particular na rede mundial de computadores, e cada caso é um caso. O que serve para fulano, pode não se encaixar para cicrano, ou ter nuanças diferentes em beltrano. Normal.
A Flor do Sul conheceu outras flores, e por outras flores foi conhecida durante esses douze meses. Ela está a amadurecer cada vez mais. Tomara que o tempo favoreça o meu desejo, porque o que eu quero mesmo é que, com o passar dos anos, A Flor do Sul continue cada vez mais presente em minha vida, e se possível na dos meus leitores! Isso me dá uma satisfação imensa, mesmo sabendo que a vida "virtual" e a "real" são duas coisas distintas. Porém, é bem verdade que as duas se mesclam sempre, uma "invadindo" o terreno da outra...
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Selo
Recebi este selinho da Débora, do blogue
DoceVid@Dura. Nós nos conhecemos há pouco tempo, eu a descobri através do blogue de outra amiga, e gostei muito. As regras são simples: 1ª)Diga três livros que te marcaram, 2ª) Repasse a 5 outros amigos, de blogues que te fazem viajar.À Débora, o meu muito obrigado,
todá rabá.
Os livros que me eu escolho são os seguintes:
- Rubaiyát, de Omar Khayyám, um poeta persa do século XI. O título significa "Quadras", e esses poemas me falam à alma toda vez que os lembro...
- Mensagem, de Fernado Pessoa. São poesias que têm um pedaço de nós, falantes do idioma português, pois nós temos um pedaço delas lá dentro. Pessoa também é universal, não importa a língua de quem o lê...
- Uma História Íntima da Humanidade, de Theodore Zeldin. O autor é um prestigiado historiador inglês, e aqui ele traça um paralelo entre as vidas de seres humanos comuns de várias épocas e lugares. Recomendo a quem quer quer saber um pouco mais sobre si mesmo, sem ter que recorrer à livros de auto-ajuda. Saiu em 1994 e, em inglês, o nome é este: "An Intimate History of Humanity".
Os meus indicados são:
A eles o meu abraço.
OBRIGADO A QUEM POR AQUI PASSA E ATÉ BREVE!